quarta-feira, 3 de setembro de 2008

12.08.08

Já somos cromas no acordar com as galinhas.
Já que estamos em Quepos vamos dar um salto ao Parque Nacional Manuel António.
Sabemos que é muito turístico, que está sobrelotado, etc., etc... Mas, como a G. tão põe, isto também é Costa Rica! Andar à procura só de praias desertas e intocadas é tapar o sol com a peneira. Vou pela mesma razão que fui a Jacó - porque também faz parte da C R e consequentemente da minha viagem!
Entrámos no parque atrás de filas e filas de pessoas que se aglomeravam à volta de binóculos de guias apontados para animais tão excitantes como grilos ou gafanhotos. Se tivessem estado no nosso quarto no Arenal tinham visto muito mais! Ainda demos uma espreitadela nuns binóculos até o guia perceber que nós não somos das que pagam.
Continuamos e vamos ter à praia Manuel António, que é de facto linda. Damos o 1º mergulho no Pacífico. Tínhamos visto na entrada que entraram 2 tugas antes de nós e, claro está, encontramo-los aqui: um casal simpático com quem trocamos experiências de viagem. São os primeiros Portugueses que encontramos. Como eu e a G. adoramos fazer filmes e só um deles tem aliança, rapidamente saltamos para a conclusão de que são amantes (não perdoamos!). Sorrio mentalmente ao perceber a impaciência dele em largar esta "confusão" para se ir refugiar no conforto da piscina do seu hotel.
Nós por outro lado, seguindo o lema da viagem já-que-aqui-estamos-vamos-ver-tudo, esfalfamo-nos por todos os trilhos, senderos, trails que encontramos, tendo visto o parque de lés-a-lés.
Vemos praias brutais, paisagens dignas de Hi5 (fosse eu adepta). Apesar de já ir avisada, impressiona-me as razias que os macacos fazem às mochilas dos turistas; estão tão habituados a que lhes dêem comida, que se tornaram dependentes disso,desiquilibrando o ecossistema.
Vimos macacos, guaxinims, uma cria de veado, uma preguiça, mas o animal + exótico que vimos era bípede e tinha uns olhos azuis fulminantes (girls will be girls).
Voltámos cansadas e decidimos ir jantar a um sítio perto de Quepos chamado Ronny's Place. Por pouco perdemos o pôr-do-sol num sítio com quase demasiados graus de vista sobre o Pacífico. Jantámos lindamente e no regresso travo a fundo para não atropelar um cavalo perdido na montanha.
































segunda-feira, 1 de setembro de 2008

11.08.08

Finalmente começo a acordar a horas decentes para os padrões locais. Por volta das 7h já tomávamos o pequeno-almoço com tudo arrumado no Jimny, com uma vista brutal para o vulcão [1].
Vamos descer para o Sul, ainda não sabemos bem até onde [2]. O destino é o Parque Nacional Corcovado, mas passando pelas praias do Pacífico.
Passamos em Jacó só para confirmar porque não fomos a Tamarindo - um prédio de 12 andares em construção à entrada arranca-nos exclamações de horror e faz-nos arrancar dali para fora.
Uns quilómetros à frente somos forçadas a parar de repente, porque uma manada de vacas e respectivo condutor a cavalo atravessam a estrada - sentimo-nos de volta!
Seguimos para Este, para a Playa Hermosa onde paramos para contemplar o Pacífico em toda a sua dimensão [3]. Fazemos comparações com o Atlântico. Não me inspira confiança este mar.
Chegámos mais cedo do que pensávamos e decidimos continuar até Quepos [4]. Chegamos a uma localidade que gira em torno da pesca, do surf e da proximidade com o Parque Manuel António. Ficamos no primeiro sítio que nos chama a atenção. É óptimo! Temos agora 1 cama de casal para cada uma do tamanho da que partilhámos nos últimos 2 dias (mas gosto de ti na mesma G.!).
Largamos tudo e vamos dar uma volta até à praia [5]. Paramos para jolas. Dou notícias aos pais pela primeira vez desde a chegada.
Saímos para jantar despois de uma sesta e, pela primeira vez desde o início da viagem, sentimos algum receio em caminhar em ruas desertas (ou quase) sozinhas.
Decido aplicar o mesmo tratamento que aos bichos: se não lhes ligares nenhuma, eles também não te ligam!
Estou a escrever isto às 10.30h da noite e sinto que já é madrugada. Quem diria?
Nota p/ miúdas: Nunca, repito NUNCA! tive uma pele tão boa como aqui. A humidade faz com que isto pareça uma limpeza de pele constante (daquelas com vapores e que custam €50/h, sabem?)

[1]


[2]

[3]
[4]

[5]



A interrupção deveu-se a ter ficado temporariamente sem net. Retomando onde ficámos...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

10.08.08
















Acordo de novo com a sensação de que é muito tarde, embora ainda não sejam 8h.
Olho para o chão. Acho que dizimámos um ecossistema! O facto de a casa ainda estar em construção tem a particularidade de o tecto ainda não estar isolado, funcionando assim como porta de entrada para todo o tipo de bichos.
Tomamos o pequeno-almoço (refeição que nunca me ocorreu compor de ovos mexidos, arroz e feijão) e arrancamos para o conservatório de borboletas.

Aí, entramos numas estufas que mais parecem florestas encantadas dos contos de fadas, com borboletas do tamanho de pássaros de todas as cores a rasarem-nos as cabeças em vôos ondulantes. A G. conta-me a sua teoria de que as borboletas são as modelos dos insectos: uma pessoa vê uma barata e mata, vê uma borboleta e espanta-se. "É injusto!", diz. Que risada!

Saímos de uma caminhada num trilho de floresta chuvosa e vamos à procura de outro sendero (caminho). Falaram-nos no sendero del volcano. Uma caminhada de cerca de 40 min. para chegar a um dos pontos mais perto do rio de lava que escorre na encosta do vulcão. Sentamo-nos a pensar no que faríamos se entrasse subitamente em erupção...
Voltamos, porque combinámos ir de cavalo a uma catarata. Fomos ao encontro do Rafa, dono dos cavalos (o Texano para mim, o Mouro para a G.). Arrancamos sabendo que temos um longo caminho pela frente.
Nada nem ninguém nos preparou para isto. Caminhos escarpados invisíveis ao longe no meio de montanhas "à la" Senhor dos Anéis. Os cavalos movem-se com confiança de locais em sítios onde duvido que conseguisse passar a pé. Adorava que existissem palavras para descrever isto melhor ou que eu as conhecesse, mas é o melhor que sei.
Largamos os cavalos e continuamos a pé, por entre uma floresta que se abate sobre nós à passagem, com vegetação a disputar connosco cada partícula de oxigénio. Certas folhas são maiores do que um guarda-chuva. Continuamos a andar por caminhos escorregadios e enlameados. Caio, levanto-me, continuo. Já devemos andar há cerca de meia hora, quando ouvimos um barulho ensurdecedor de água.
Após contornar uma esquina da montanha, vemos uma cascata com mais de 20 metros mesmo ao pé de nós! Continuamos a descer, atravessamos o rio a cerca de 5 mts da queda. A força de Natureza é, neste momento, avassaladora! Não se pode chegar muito perto, sob pena de sermos arrastadas mas os salpicos são suficientes para nos dar um banho completo.

Ok, para baixo todos os santos ajudam, mas para cima... A subida a pique por uma encosta enlameada que desci em meia hora deixa-me exausta. Mas o passeio de mais de 2h de cavalo e 1h a pé valeu a pena, não só pela cascata, como pelo passeio em si.

O nosso guia Rafa é nascido e criado nestas paragens, baixo, moreno, fala rápido, anda muito a cavalo. Tem cerca de 40 anos e é dono da finca onde fica a catarata, tendo o filho como ajudante na organização de passeios.

Voltamos e a paisagem é de cortar a respiração a qualquer um: prepara-se a chuvada diária e toda a Natureza se une para a receber. Os pássaros fazem-se ouvir bem alto, as árvores exalam um cheiro mais forte, por todo o lado desce aquela bruma pesada que dá um ar de mistério à realidade já de si surreal.

Somos acompanhadas no regresso por escoltas de pirilampos, bicho que já não via desde pequena na quinta dos meus avós.
O Rafa conta-nos que que quando era pequeno o que mais queria era um relógio com mostrador iluminado - à falta de dinheiro apanhava pirilampos e encostava-os ao mostrador para impressionar as miúdas!

Vamos ao único bar/restaurante/café do sítio e oferecemos uma cerveja ao Rafa - já não há imperial, agora só para a semana, então pode ser Pilsen. Aparece um casal de reformados holandeses boa onda e mete conversa connosco - viu-nos a passar durante a tarde a cavalo.

O esforço do dia combinado com a atmosfera esmagadoramente húmida, o facto de não comer há demasiadas horas e ter acabado de beber uma garrafa de cerveja (aqui, uns meros 35cl), vira-se tudo contra mim sob a forma de uma antecipada quebra de tensão.
Saio dali, pois sei que se não começar a andar rápido, caio no chão. Felizmente, foi a tempo.
Vamos para o quarto, todas partidas tomar um desejado banho. Jantar rápido e prontas para dormir, descubrimos que o hóspede de hoje é uma barata (mutante como todos os bichos e bichezas por aqui). desta vez a solução é tapá-la com um copo e o Glenn que lide com ela.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

09.08.08




Acordamos cedo, mas tarde para a Costa Rica. Agora sim, vou conhecer melhor a D. Maria. Uma simpatia de senhora. Pergunta-nos se queremos comer. Sim, queremos. Faz-nos ovos mexidos com bacon e tortilhas. Convido-a a sentar-se connosco.

Passamos um bom bocado a falar, fala-nos de uma agência de carros mais barata. Sentimo-nos mal já que nos comprometemos com o Jorge (que nos deu boleia ontem do aeroporto), mas o dinheiro aqui conta-se em estadias em sítios novos em mais sítios para visitar.

Ligo para o aeroporto, encontraram a minha mala.
Alugamos um Suzuki Jimny que apelidamos de Pavones - "JIMNY PAVONES" ao nosso dispor.
Vamos ao aeroporto, apanho a mala e seguimos para o Arenal. "3.30h", dizem-nos. A ver vamos.

Ao longo da viagem literalmente pelo meio da montanha, o que mais nos espanta são os pequenos botecos (aqui "Sodas") à beira da estrada cheias de pessoas sem carros à vista. Virão do mato?

Vários homens sentados à porta de casa seguem-nos com o olhar. Vemos putos a jogar à bola em campos mais verdes do que nunca. Sente-se um cheiro estranho, persistente. Interrogamo-nos sobre o que será. Faz-se luz... é clorofila da vegetação!

Continuamos a subida até vê-lo, em todo o seu esplendor. O vulcão Arenal ainda activo proporciona espectáculos de fogo de artifício todas as noites. Quase todas. Duvido que hoje seja uma dessas noites. Tem um capacete de nuvens que lhe dá um estranho aspecto de bomba atómica.

Temos ainda uns quantos kms de para percorrer numa estrada de terra batida que só lá vai com tracção às 4. Não se vê mais ninguém na estrada, a noite está a cair e não há redes de telemóvel. É bom que as indicações estejam certas. Também não há grandes alternativas para além do caminho de cabras que percorremos.
Atravessamos uma ponte mínima e vemos 1 sinal de 1 escola. Eram os nossos pontos de referência, embora nos tenham mencionado a ponte como "entrance to town". Parto-me a rir com estes gajos!

O único sítio que arranjámos para dormir é uma casa em construção que pertence a um tal de Glenn, que também é dono do observatório de borboletas. Um tipo que, concordámos, anda claramente on the run de qualquer coisa. Aquele género que é extra simpático mas não olha as pessoas nos olhos.
Tomámos banho e saímos para comer. A quantidade de pirilampos é inacreditável! A quantidade de todos os bichos, aliás, que aqui parecem mutantes!

A G. tenta expulsar 1 ser do tamanho do meu polegar, que concluímos ser o bastardo de uma barata e de uma aranha, gritando-lhe: "Sai daqui! O quarto é meu!" Estranhamente não foi bem sucedida...
Voltamos do jantar e quinamos, sem pensar mais nos bichos.

domingo, 24 de agosto de 2008

08.08.08

O dia mais longo de sempre...
Começou muito antes das 6 horas a que acordei para ir para o aeroporto. Começou meses antes!

Tudo arrumado, conseguimos (2 raparigas!) a proeza de viajar com 2 mochilas relativamente pequenas, suficientemente pequenas para poderem passar no escrutínio das bagagens de mão. Ainda assim os senhores da American Airlines aconselharam-nos a despachar a bagagem. Nós acedemos. ERRO!

Lisboa - Londres - Dallas - San Jose


Perdi a contagem das horas algures sobre o Atlântico. À custa de fusos horários este dia teve 31 horas! Das quais só dormimos cerca de 2.
Suspirei de alívio quando finalmente caiu a noite.
Longe, muito longe ficou o trabalho, família, Algarve, assaltos ao BES e correspondentes debates sobre a escalada da violência, talk shows, directas, curtas adaptações para cinema e teatro. Até os jogos olímpicos não tiveram lugar no meu dia 8 do 8 de 2008 - todo ele passado dentro de um avião.

Chegámos a San José às 9.30h (hora local), 4.30h (hora de Portugal). Encaminhámo-nos em modo zombie para a lagarta cuspideira de malas. Vemos a mochila da G., da minha nem sinal. As pessoas dispersam, as malas acabam de girar e a minha nem vê-la.
Balcão da AA, reclamo (mais comigo, por ter despachado a mala do que com o senhor, coitado. Já viram bem o seu trabalho? Receber constantes reclamações de pessoas que, na maioria das vezes, não falam a sua língua). Dizem-me que não sabem, em que morada estou (não tenho hotel marcado), prometem que me ligam para o telemóvel quando a mala chegar, não acredito totalmente.
Parece que os senhores da AA acharam boa ideia mandar a minha mala para Miami. Ora, tendo em conta que estou na Costa Rica dá um jeitão!
Consigo cravar um kit necessaire e bazamos. Já tou tão habituada a que isto me aconteça que começo imediatamente a fazer contas a quanto dinheiro vão ter de me dar.
Vamos aos rent-a-car. Logo no 1º balcão dois homens chamam-me. Vou, faço sinal à G. para ir a outro.
Os meus fazem melhor preço e oferecem-se para para nos levar a um hostal ali perto (decidimos ficar em Alajuela - localização do aeroporto a cerca de 20 km da capital - por causa da minha mala). Aceitamos.
Somos recebidas pela D. Maria (um doce de senhora, apesar do meu cansaço). O facto de não ter mala revela-se uma vantagem já que não sinto o mínimo remorso de me atirar tal qual estou para cima da cama.

CHEGUEI!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

terça-feira, 5 de agosto de 2008

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

quinta-feira, 31 de julho de 2008

À conquista da América Central

Neste preciso momento, o Bro e parte do Gang estão a entrar num avião rumo a N.Y. para uma última passagem pela civilização antes dA viagem. Os restantes (menos 1) juntar-se-ão no México.

Chegar ao México, descer para o Belize, passar pelas Honduras, El Salvador e explorar a Guatemala. É este o plano!

Eu estarei 2 e 3 países abaixo.

Fica já aqui marcado o jantar para o início de Setembro nos nossos 30m2 de Lisboa a céu aberto. Divirtam-se, não façam nada que eu não fizesse (o que vos dá uma gd margem de manobra!)

P.S. - à custa disto foi ontem vítima de um "assalto". Tenho menos 1 carregador de iPod, os Capitães da Areia... aposto que ainda não é tudo, não é?
Segunda-Feira, dia 28 de Julho:
- 9.00h: Lisboa
- 16.30h: Portimão
- 19.30h: Vilamoura
- 23.00h: Lisboa

Terça-Feira, dia 29 de Julho:
- 9.00h: Lisboa
- 19.00h: Porto
- 2.00h (Quarta): Lisboa

Parece que estou de férias e deu-me para percorrer o país todo, não é? Pois... só a parte das "férias" e do "deu-me para" é que não são verdade.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Porque há dias assim...

X-PRESS 2 - KILL 100 - X-press 2 feat. Rob Harvey

Assim que chegar a casa e antes que me comecem a chatear, vou antecipar-me e desligar o telemóvel.

Mentalmente, vou mandar a QUERCUS à merda e ligar a torneira de água quente. Vou despejar um exagero de AROMATC WOOD bath & massage oil e deixar que a banheira encha, enquanto vou à sala fumar um cigarro e buscar música.

Vou entrar...

Os primeiros acordes de Kill 100 vão-me transportar a outro tempo, a outros Verões, (tantos!), a outros fim de tarde mais afortunados passados na Cala Benirras, dos quais as imagens representam uma pálida imagem.

Vou fechar os olhos, sabendo que à distância de um braço está o Lonely Planet Costa Rica...



sexta-feira, 18 de julho de 2008

Leaving Kansas

Era uma vez uma moçoila mais o seu cãozito, que depois de um furacão foram parar a uma cidade mágica chamada Lisboa. Depressa a moçoila percebeu que não sabia o que fazer naquele sitio novo, até porque, não conhecia ninguém! Calçou uns duvidosos sapatos vermelhos e pôs-se a caminho. Enquanto tentava chegar ao grande feiticeiro Le Cool, conheceu 3 rapazotes. Um deles estava enferrujado de não sair de casa, outro era burro demais para pensar nisso e o terceiro tinha medo de convidar miúdas para sair. Quando finalmente conheceram o feiticeiro, todos os problemas foram solucionados. Nem ferrugem, nem burrice, nem medo. E com 3 rapagões curados e uma mão cheia de coisas para fazer, a moçoila disse adeus ao Kansas!

Gostei este texto! Aqui

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Após novo jantar com a minha avó, confirma-se o ditado brasileiro:

"Vóvó é mamãe com açúcar!"

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Shuffle

Aproveitando o facto de um amigo do Bro ter vindo de N.Y. fazer uma visita, tenho um iPod novo, para onde descarreguei indiscriminadamente toda a música do iTunes.

Dedico-me agora a uma actividade que adoro: para lá de 4.000 mil músicas no shuffle! Nest momento delicio-me com The Streets, nos quais já fui completamente viciada e já não ouvia há algum tempo...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Ubiquidade

Ouvir Weekend Wars (MGMT) no palco Metro.

Ir a correr para ouvir Fake Empire (The National) no palco Optimus.

Ouvir Electric Feel no palco Metro.

Ir a correr ouvir Mr. November no palco Optimus.

...

Eu sabia que ia ser lixado fazerem-me escolher entre o pai e a mãe.

Eu sou de letras, mas

O Público informa que:

"Depois do sucesso no exame nacional de Matemática do 12.º ano, com a média nacional dos alunos internos a disparar para os 14 valores (em 20), agora foram os alunos do 9.º que revelaram uma melhoria muito significativa em relação à prova de 2007. A percentagem de negativas caiu de 72,8 por cento para 44,9 por cento, o que significa que há menos 38,3 por cento de notas negativas face à prova de 2007."

Sou só eu, ou 72,8 - 44,9 = 27,9 (e não 38,3)?

Se assim for, quem escreveu este artigo também deve ter feito específica de Matemática este ano.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Best of the Booker

Salman Rushdie ganhou, há cerca de 3h20 o prémio Best of the Booker com o seu Midnight's Children.

A mais triste ironia...

Trufas e caviar na cimeira do G8 sobre... fome.

Optimus Alive

Melhor do que hoje ser Quinta-feira,
Melhor do que a manhã já ter passado,
Melhor do que hoje sair mais cedo,
Melhor ainda do que ir ver os meus grupos de eleição com amigos à altura,
É o bilhete ser à pala!

Nota: Só trabalho para dar o devido valor às coisas acima.

Premonição

Ontem jantei com a minha avó. Cada vez que estou com ela, parece que já aumentam as saudades que um dia terei dela.

21 horas a fritar

Sou só eu a achar a nova publicidade da Maccann para a Vêgê um tanto ou quanto polémica? Serei uma puritana? Que é gira e porventura eficaz ninguém questiona!

Mas o mupi em frente às Amoreiras diz: "O óleo Vêgê aguenta 21 horas a fritar! E você?"

quarta-feira, 9 de julho de 2008

É pró menino e prá menina!

Aposto que esta nova onda de restaurantes de sushi (antigos chineses convertidos) que assola Lisboa, ao fazerem aquela mega promoção de 3 caixas a €14.90, não contavam com o meu amigo MG.

Ainda ontem assisti ao acondicionamento de (sentem-se...) 38 peças de sushi... numa caixa! Saiu a menos de €4/pessoa.

Multidões

Sempre me causaram alguma confusão (e um bocadinho de pânico, vá...). Tenho sempre a ideia de que uma multidão é um pouco mais do que a mera soma das suas partes - movimenta-se de forma própria, tem um respirar autónomo.

O fim-de-semana passado fui à festa do Teatro da Comuna e ao Jamaica (cronologicamente, sexta e sábado). Estando ambos os sítios o verdadeiro Texas, não deixa de me espantar sempre, a capacidade que os frequentadores do Jamaica têm (ainda que devidamente isolados nas respectivas "bolhinhas Actimel" - leia-se álcool) de se movimentar naquele espaço para quem exíguo é eufemismo, como se de uma dança coreografada se tratasse.

Por outro lado, na Comuna para além de ter esperado numa fila para entrar (!) o que me pareceu uma eternidade, paguei (completamente incoerente com o nome do espaço), fui pisada praí umas 5.234 vezes. E sóbria, que vodka tónico é coisa nunca antes vista. O pior é que também me diverti...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

É no prenúncio do anoitecer, por entre as sombras
Que as almas e os corpos ganham formas.

Constou-me que o Lusco-Fusco se aproxima a passos largos! Segurem-se...

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Sinal dos tempos

Será que eu olho hoje incrédula, para as pitas de 15 histéricas com os Tokyo Hotel...... da mesma forma que a minha mãe olhava "ontem" incrédula para mim a forrar as paredes do quarto com posters dos Guns n' Roses?