quinta-feira, 24 de março de 2011

Tic-tac... Tic-tac....


Nota: Eu não discrimino. Por norma.... Mas, quem não reconhecer imediatamente esta capa de cd, ou pior... tiver de ir googlar "Nirvana"... Fica banido... Vá, fica quase banido deste blog, mas vão-se educar!!!

terça-feira, 22 de março de 2011

Vá, agora a sério!

Mas quem é que inventa os nomes para as ofensivas militares no Médio Oriente? A sério. Tempestade no Deserto... Odisseia ao Amanhecer...

Isto ou é poeta, ou militar gay não-assumido...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Who wants to live forever

Hoje, em trabalho, fui à ante-estreia dum espectáculo de dança à Associação Cultural Menina dos Meus Olhos (quem não conhece, descubra!). Chama-se Peça Portátil e estará no CCB lá para Maio.

No folheto que me entregam à entrada lê-se : Duas idades. A do corpo e a da mente. A tua e a minha. Dois tempos: o Hoje (que já é quase Ontem) e o Amanhã (que não sabemos se chegará a ser Hoje). E uma fragilidade que não tem idade: a de precisarmos uns dos outros para podermos ser nós.
Esta é uma peça inspirada no envelhecimento como parte do ciclo da vida, que nunca cessa. Inspirada também na população idosa e no que esta, hoje em dia, tem de mais forte: a sua incontornável e dominante presença.
Porque todos querem viver para sempre, mas ninguém quer ser chamado de velho.

Comecei a ver o corropio dos assentos, notando uma "incontornável e dominante presença de população idosa". Alheei-me do espectáculo... Não completamente. Só o suficiente para observar a assistência... Os velhos. Sinceramente, não vislumbro porque "idosos" pode ser melhor do que velhos. Não é o que são? Na minha boca e na minha mente não tem um sentido depreciativo. Porque hei-de trocar a palavra por "idosos"? Quanto muito por "sábios"...

E, olhando à volta, entrei no seu mundo. À minha esquerda uma velhinha-miúda, daquelas franzinas, com os olhos muito vivos e brilhantes que, de 5 em 5 min, ausentava-se da sala acometida por ataques de tosse. Outra... Demasiado arranjada. Metade de mim a arrastar um casaco de peles e com uma bandolete de pérolas a enfeitar o cabelo ralo. Não consegue ver nada da peça. "Que desperdício", pensa "Arranjei-me eu para isto", sabendo que ainda assim é melhor do que a alternativa.  Levanta-se e vai-se sentar na ponta oposta, sem visibilidade nenhuma, de costas para o palco aliás. Senta-se num sofá vintaje de veludo cor de vinho e analisa o conteúdo da carteira. Conta notas. Depois moedas. Depois as notas de novo. E ainda as moedas. Miudezas.

À minha frente dispara um telemóvel. A dona, num misto de vergonha e atrapalhação, murmura irritada mais para si do que para quem a pudesse ouvir: "Esqueci-me de desligar isto!" Finalmente os dedos trôpegos impõem-se às teclas pequenas do telemóvel e... silêncio. A senhora a rezar pelo buraco que não surge. Passado um bocado, outro telemóvel. A senhora envergonhada a rezar pelo buraco que não surgiu, dá lugar à senhora ufana de satisfação por não ser a única. Mesquinhice.

Li, há muitos anos, num livro chamado Lágrimas sobre a Babilónia algo sobre a incapacidade dos EUA de resolver o conflito do Médio Oriente. Era mais ou menos assim: "Nunca os EUA, país com cerca de 200 anos e sem história, vão compreender uma cultura na qual duas famílias estejam zangada há 15.000 anos porque uma roubou à outra uma cabra". E penso que, se calhar, devíamos mandar velhos para o Médio Oriente resolver o conflito. Miudezas e mesquinhice. Eles iam entender.

Olho em frente para um mar de cabeças de prata, de costas para mim. Encostados à parede, bengalas, andarilhos, muletas. Será que quando somos velhos, por uma questão de equilíbrio das coisas, à custa de perder a capacidade motora, ganhamos outra, por exemplo intelectual? Como acontece aos cegos que ouvem melhor...

Silêncio. E tento concentrar-me na peça outra vez. 2 mulheres cobertas com um pano castanho, gritam: "Eu não sou um sofá!" em vários tons e entoações.

Cof cof... Um senhor três filas à minha frente tosse. De repente, outro. Depois, outra. e arrasta-se uma sinfonia de tosses. De repente, atinge-me: "Parecem crianças a chamar a atenção!"

É isso. Crianças. Saímos deste mundo como entramos, mas mais sábios. Crianças sábias. E eu, olhando para aquele mar de cabeças de prata e sabendo o quanto adoro a minha avó e a importância que ela tem na minha vida e em mim, não posso deixar de lamentar profundamente que nem toda a gente saia deste mundo tão amada e tão querida como provavelmente entrou.

Há dias...



Hoje foi daqueles dias em que me vesti a dançar ao som desta música (ou de outra do género), com a escova do cabelo a fazer de microfone em frente ao espelho.

E soube bem!

Mais tarde, saí de casa para ir ter com uma amiga que me ia apanhar à esquina. Ainda na minha rua distraída a ouvir iPod (esta música ou outra do género) devia ir a sorrir (por dentro ia de certeza).

De repente, vejo um carro que pára "em plena faixa de rodagem" (como diria o Código da Estrada) e um homem a dizer-me qualquer coisa. Conheço-o?, Não, acho que não. Convencida que era um pedido de indicações, tiro um phone e o homem (bem giro) a falar. Apanho um enfático "...uita gira, com pinta..." [Começam a buzinar atrás] "Olha, de parar o trânsito!" Não contive a gargalhava (nem queria). E de volta à carga: "A sério, não te vás embora!" [E ou os outros pobres a buzinar] "Sou o João, como é que te chamas?"

Adoro a Primavera!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Alma gémea

Noutras andanças da blogosfera, afirmei que tinha descoberto que tinha várias almas gémeas. Algumas conheço há muito tempo, outros permanecem mais ou menos desconhecidos, mas nunca estranhos. Há uma que é a excepção. Não o conheço há muito, não é desconhecido nem estranho. Embora a geografia agora nos separe há muito (demasiado!) tempo. Entre a minha viagem e a dele não nos vamos ver um total de 18 meses. Neste caso, um pequeníssimo detalhe. Nada mais.

Há sempre um espaço para ti na minha lembrança. E por lembrança quero dizer aquele sprint mental que o cérebro por vezes faz sem autorização. Aquele "onde andará o...", "o que estará a fazer a..." ou " o que será feito do..." que vem do nada e leva a nada, que vem sem pedido e nos deixa sem resposta. A lembrança! Conceito completamente diferente da memória, da obrigação, do dever ou da intenção. A lembrança!

Foi de mansinho, devagar-devagarinho, sem eu me aperceber para não me assustar, que vieste para perto, como vejo os leões fazerem às gazelas nos programas do National Geographic. E, confesso, não houve dúvidas, reservas (mentais ou linguísticas), hesitações, faux pas... Quando te vi pela primeira vez, já te conhecia. Pior! Já tinha deixado que me conhecesses. Sem volta a dar, sem remédio, sem marcha-atrás que entrasse. E, estranhamente para mim, ainda assim continuaram a não existir as dúvidas, reservas, hesitações ou faux pas. Só um conforto imenso, pela noção de que, contigo, não têm de existir.

Porque tu fazes o que eu faço. Compreendes o que eu faço e porque o faço. Não questionas o desvio à normalidade, na minha presença ou em voz baixa, para ti. Na tua ausência, reli-nos uma, outra e outra vez. Só para mim, sem comentários. E acompanho-te virtualmente para te poder localizar geograficamente. Para te ver na minha cabeça. E para te ver a alma. E medir a sua expansão. E digo-te "guarda bem cheiros, memórias triviais e montras de lojas" porque não te vou poder ajudar a relembrar lugares nos próximos tempos, como tens feito por mim. E espero que me ouças. Sei que me ouves. É a tua "lembrança" de mim a sprintar. Sabias? Aposto que ainda não tinhas verbalizado isto. Pois é...

E por isso, minha querida "alma gémea das viagens" (como tu tão bem puseste, mas não conceptualizaste de igual modo - é que não são só viagens físicas, são também mentais), vai! Anda! Vai lá ao teu sonho e agarra-te a ele com ganas de quem suga o tutano à vida. Vai para o ponto mais a sul possível para longe de mim só para voltares mais! Cheio, inteiro, uno... MAIS!

Vai! A sério! God speed.
Podes ir que eu fico. E... no fundo, tu também... na lembrança.

Fui ver o discurso do rei

e só não cortei os pulsos porque não há objectos pontiagudos nas salas de cinema.

Colin Firth irrepreensível, concedo. Até Geoffrey Rush... Agora... 12 nomeações???!!! Come on!!!

Mas temos de vos explicar tudo?

Diálogo entre Jonnhy Depp e Angelina Jolie no Turista:
  
Elise: Invite me to dinner, Frank? 
Frank Taylor: What? 
Elise: [gives him a look] 
Frank Taylor: Would you like to have dinner? 
Elise: Women don't like questions. 
Frank Taylor: Join me for dinner. 
Elise: Too demanding. 
Frank Taylor: Join me for dinner? 
Elise: Another question. 
Frank Taylor: [thinks for a moment] I'm having dinner, if you'd care to join me. 
Elise: [smiles at him] 


E isto, entre outras coisas, pôs-me a pensar... Os homens andaram demasiado tempo durante os "vintes" iniciais a  deslumbrar-se com a fauna do Docks e estabelecimentos que tais. A, noutras palavras, "ir às Cláudias" (que identifica um género e não uma ou várias pessoas) e agora, mais perto dos "trintas", observo e só vejo uma de duas coisas: 


ou homens que se comportam como verdadeiros neandertais, que já não sabem a diferença entre umas mulheres e outras e, portanto, faltam ao respeito a todas; ou


homens que reconhecem a diferença e, portanto, se comportam como elefantes em lojas de porcelana e nunca sabem dizer a coisa certa (ou até a menos errada, vá). 


E isto faz-me perder a esperança de um dia algum homem vir a conhecer-me com a mesma distracção e método com que desfio um croissant antes de o comer - uma das minhas muitas manias, que não são defeito, são feitio!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Alguém aqui está baralhado

Acabei de ser convidada para jantar por um desconhecido claramente gay. Nem sei como interpretar...

Seriously?

The Streets vão acabar...
White Stripes vão acabar...
LCD Soundsystem vão acabar...

Os Gorilaz não.

O saldo continua negativo! Mais alguém?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Tou de rastos...

Spoiler - Quem ainda não viu este filme e não quer saber nada não veja este video.


Acabei de ver o Black Swan e... Que obra prima! Mais do que dividir os filmes em "Gostei" e "Não gostei", divido-os em "Mexeu comigo" ou "Não me disse nada" e este filme abalou-me, perturbou-me de uma maneira que só o posso classificar como Obra Prima. Se gostei... Na verdade, não. Normalmente gostamos de experiências agradáveis, que nos fazem sentir bem e ninguém no seu perfeito juízo pode dizer que é agradável. Agora, coisa diferente é se me afectou. E isso sim. Não é um filme fácil, mesmo na categoria dos filmes difíceis. A Natalie Portman é simultaneamente boa actriz e boa bailarina, o que faz dela uma óptima actriz. Tem todos os ingredientes que fazem, para mim, uma obra prima: uma boa performance, um dark side, algo que nos faz, enquanto espectadores, ultrapassar os limites da razão para atingir a compreensão plena, uma banda sonora do caraças e uma cena memorável, que ficará para a história do cinema. Sem dúvida! Que cena! Que papel! Que filme!

Feliz dia dos namorados

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Medida da passagem do tempo

Hoje apercebi-me que se fosse jogador de futebol, já só era vendida por cerca de 1,5/2 milhões... E provavelmente para o olhanense acabar a carreira na Miami cá do sítio!!!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Está na hora...

de voltar! Não fisicamente que já tinha chegado, mas com a mente a acompanhar o corpo. Dia 3 fiz 29 anos, dia 4 o Atrás da Lua fez 4 anos e dia 8 fez 1 ano que parti.
Pronto... Finalmente estou pronta para voltar, por enquanto, pelo menos.

Olho para trás, para o passado mais recente e vejo o que mudou. Estava a trabalhar como advogada de financeiro num grande escritório. Já não estou. Esse tempo acabou. Não soube logo o que queria fazer. Mas sabia o que não queria. Desperdiçar a vida, o que, no meu caso, seria ter ficado no escritório . Tive simultaneamente a humildade e ambição de perceber que o meu sonho era concretizável, estava à distância do desejo e da determinação. E pus as mãos à obra, os pés ao caminho. 

Agora trabalho em responsabilidade social, na instituição que sempre quis. E sou um pouco mais feliz.

Num plano pessoal, estou mais consciente de mim. Tenho tudo mais claro à minha volta. Sei o que é importante e quem é importante na minha vida. Agora jogo ténis com o meu pai, e abraço-o de quando em vez, porque tenho medo de um dia querer fazê-lo e não poder. Não o quero desperdiçar. Tento "estar" no lugar onde estou a cada momento e só estou onde quero. Já não sou tão "durona", mas continuo a não gostar de falar de mim. Por isso mesmo, este blog continua a ter uma razão de ser. 

Escrevi um livro, talvez o publique. Montei um projecto de fotografia, que corre bem, para acalmar a paixão.

Mantenho contacto com amigos novos e mantenho na mente aqueles que vivem em locais tão remotos, que são impossíveis de contactar.

Interessei-me por astrofísica e ando a descobri-la. 

Sinto mais o chão debaixo de mim, ocupo mais espaço no mundo. E o espaço que ocupo é de maior qualidade. Deixei de ter medo de nunca estar bem em lado nenhum, de querer sempre mais e mais e mais... Deixei de ter medo de nunca estar satisfeita. Dividi a insatisfação em bocadinho e atendo um de cada vez. Agora é Portugal, trabalho, o blog etc. As viagens voltarão e na altura atenderei ao chamado. 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Há tempos para falar e tempos para escutar

Os últimos têm sido de escuta. De mim, dos outros, do Mundo. Há alturas em que não passo sem escrever, outras em que não me apetece mesmo. Mesmo! Não significa que já não queira mais este blog. Não significa que a escrita já não me dê prazer. Alguns disseram-me em tom reprovador-preocupados-cobrador "Nunca mais escreveste." Bem sei que provavelmente vos dei a ideia errada de que o fazia por vocês. Mas não, caros. Espero que esse pequeno detalhe não vos impeça de ler. Eu aprendo com a vossa leitura. Mas este blog não sobrevive por o escutarem. Sobrevive porque eu quero falar.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O meu Pai não é o Bruno Aleixo... Mas podia ser.

Eu: "Pai, tenho uma camisola beje no meu carro. É sua?"
Pai: "Beje? Não. Mas não sei de uma verde-seco."

Dias depois, no meu carro
Eu: "Esta! (passando-lhe para as mãos uma camisola beje, café-com-leite, creme, whatever) Não é sua?"
Pai. "Pois... verde-seco!"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Achievement

Puto, hoje fazes 21 anos...
E o que é que isso te traz de novo?
Assim de repente... Ah! Já Atingiste a idade mínima legal para beber em qualquer país do mundo...

Parabéns!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Coisas que me tiram no sério...

beijinhos de cumprimento dados com pescoços a serem firmemente agarrados. E depois, ajo como uma atrasada mental, não é? Talvez para a próxima che.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bons velhos tempos





Ontem eram 22.20h e eu estava sentada em frente à televisão com uma sopa à frente, a fazer zapping pelos canais de séries. No peito uma tristeza estupidamente profunda por não estar (pela 2 vez) a ouvir o Axl Rose em palco. Em 1992 tinha só 10 anos e, apesar de adorar Guns n' Roses, os meus pais não me deixaram ir. E acreditem, tentei de tudo para ir! Podem dizer-me: "O concerto foi péssimo, ele amuou"... e tal. Em retrospectiva, sei que isso é verdade mas tinha-o visto a ele e aos outros. Ainda hoje tenho para mim que devia ter ido a esse concerto, ao estádio de Alvalade. Eu sei tinha 10 anos, mas é preciso verem que a minha primeira cassete (à séria), comprada com 7 anos, era dos Clash!

Durante a minha adolescência, forrei as paredes do quarto com posters dos Guns, ou só do Axl, ou só do Slash. Quis (e fui) aprender a tocar piano. Não para poder tocar Mozart como gostaria o meu  pai, mas para tocar o November Rain, cuja melodia tirei de ouvido. Agora interrogo-me se a expressão que via na cara dos meus pais era a mesma que agora adopto quando vejo miúdas histéricas a descabelarem-se pela constipação do vocalista dos Tokyo Hotel. Quero acreditar que não. Acredito que não. Não é a minha versão pessoal de "Ai, no meu tempo é que era". É uma avaliação objectiva de grandes músicos que arriscavam tudo numa época em que o sucesso não era imediato, não estava à distância do youtube ou Facebook, que eram complexos e dark, e recorriam a drogas e coisas que tais para fazer magia. Não sou apologista disso, mas sou reconhecedora de que só almas torturadas fazem aquela magia. Almas torturadas como Axl, Cobain, Janis Joplin, James Morrison, Eddie Vedder ou Michael Hutchence.

Chorei por aquele homem (Axl) como por nenhum outro. Aliás, estou convencida que os ídolos de adolescência desempenham um papel fundamental no crescimento de qualquer mulher. Só depois disto estamos preparadas para lidar com os desgostos de qualquer relação. Saberão os homens que já passaram ou passarão pela minha vida o quanto devem ao Axl Rose?

Depois a pancada passou-me. Tanto quanto uma pancada passa a alguém. Continuo a ouvir Guns regularmente. Continuo a saber todas as músicas de cor e salteado. Continuo a imitar o gingar do Axl ao espelho. Continuo a gostar de calças de cabedal justas e botas da tropa. Posso agora calçar umas de verniz da DKNY, mas é só uma versão polida do punk. Continuo a gostar e a vestir-me de preto e a achar as letras das músicas poemas.

Ontem eram 22.20h e eu estava sentada em frente à televisão com uma sopa à frente, a fazer zapping pelos canais de séries. No peito uma tristeza estupidamente profunda por não estar (pela 2 vez) a ouvir o Axl Rose em palco. Mandei uma mensagem ao meu irmão (que estava lá): "Está a ser brutal?". Resposta: "Ainda não começou". Golpe do destino, o que quiserem. Nem pensei muito. Dei por mim a voar pela 2ª circular em direcção à Expo. Larguei o carro e corri (CORRI) até ao Pavilhão Atlântico para bater com o nariz nas bilheteiras fechadas. "Ainda não começou", nova mensagem do meu irmão. Arranco (de novo a correr) para a FNAC do Vasco da Gama e, após alguns contratempos, pergunto à senhora da bilheteira se ainda há bilhetes. Diz que só vende até ao início do concerto. Digo-lhe que o concerto ainda não começou. Quando estou a inserir o código do MB, liga-me o meu irmão: "Está a começar". Arranco de novo em direcção ao Pavilhão já de bilhete na mão, sorriso na cara e sonhos na mente. Perdi uma música. Entrei ao som dos acordes do Welcome do the Jungle. E saltei, vibrei, cantei! Faltou-me claro o Slash, faltou claro todas as outras músicas que adoro que não foram tocadas. Mas não morro sem ter visto o meu ídolo em cima de um palco! 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Be Woman

Eu disse que seriam os primeiros a saber. Tenho um novo projecto, sobre o qual podem saber mais aqui:

http://wanttobewoman.blogspot.com/

Dêem-me a vossa opinião, divulguem junto de amigos e família, adiram à página do Facebook, tudo!

Muito obrigada.